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20% das adolescentes enviam fotos/videos de nudez

Postado em 25/7/2012 em 10:53 arquivado em pesquisa - Incluir Comentário

 

 

“Sexting” é um trocadilho com o termo “texting” usado para a troca de mensagens de texto em celulares, só que nele além de texto vai uma imagem de um jovem nu.

Resumindo: é uma imagem de alguém nu enviado via SMS.

 

O governo do Estado de Nova Gales do Sul, na Austrália, lançou uma campanha esta semana para combater a prática que virou febre.

 

O alerta das autoridades é que tal ação inconseqüente dos jovens pode resultar em assédio ou até mesmo crime sexual.

 

As imagens podem ser definidas como pornografia infantil, nos termos da lei.

 

O governo recebeu informações de que meninas de apenas 13 anos estavam enviando imagens sexualmente explícitas delas mesmas a namorados a partir de seus celulares.

 

Daí para virar um spamsexting é um piscar de olhos.

 

Pesquisa realizada (EUA) no final do ano passado constatou que 20% dos adolescentes americanos dizia ter enviado ou recebido fotos eróticas pelo celular, e 39% alegaram ter recebido ou enviado mensagens sexualmente sugestivas, de acordo com a National Campaign to Prevent Teen and Unplanned Pregnancy, que busca prevenir a gravidez na adolescência.

Nos Estados Unidos o chamado “sexting” já resultou na condenação, prisão e até suicídio de adolescentes.

 

Na Flórida, um adolescente foi condenado por pornografia infantil depois de distribuir fotos da ex-namorada que na época era menor de idade.

 

Ela havia se fotografado nua e enviado as fotos para o garoto.

 

NO BRASIL ESTÁ ACONTECENDO A MESMA COISA!

 

E AINDA TEM ” AMIGUINHOS ” SE APROVEITANDO DA INOCÊNCIA D ALGUNS OUTROS E MANDANDO POR SMS FOTOS D AMIGOS ….

Saiba quais os riscos do “sexting”.

 

Por dentro da nova mania adolescente de distribuir imagens íntimas por celular e pela internet – e como ela alimenta a onda de vinganças digitais.

 

INOCÊNCIA

 

Tirar uma foto durante a transa pode parecer romântico, mas tudo muda quando a imagem sai da vida privada para a pública.

 

Pouco mais de duas décadas atrás, quando um grupo de adolescentes se reunia no vestiário da escola ou do clube, o máximo de erotismo a que eles tinham acesso era uma revista que mostrava fotos de mulheres com os seios de fora.

 

Nu frontal, só em publicações estrangeiras.

 

Imagens de sexo explícito só apareciam nas histórias pornográficas desenhadas por Carlos Zéfiro.

 

Hoje, quando o sinal do intervalo dispara e um grupo de alunos deixa a sala de aula para colocar em dia a conversa com os colegas, muitos têm algo bem mais picante para mostrar no visor do celular.

 

O que os excita são as cenas de adolescentes nuas ou praticando sexo.

 

Não se trata de cenas baixadas da internet, mas gravadas por colegas e distribuídas por tecnologias a que todo celular hoje em dia tem acesso, como o Bluetooth.

 

O fenômeno de fotografar ou filmar a si próprio em momentos de intimidade e transmitir as imagens por celular nasceu nos Estados Unidos, onde é chamado de “sexting” – neologismo que une sex (sexo) e texting (a troca de mensagem de texto pelo telefone).

 

Em pouco tempo, a mania se espalhou como vírus.

 

Uma pesquisa publicada em dezembro passado comprova que, nos EUA, o sexting é mais comum do que imaginam os pais.

 

Segundo o estudo, um em cada cinco jovens americanos com idade entre 13 e 19 anos já enviou pelo celular algum tipo de foto ou vídeo de si mesmo nu ou seminu.

 

Para chegar ao resultado, a organização não governamental National Campaign to Prevent Teen and Unplanned Pregnancy (Campanha Nacional para Prevenção dos Jovens e Gravidez Não Planejada) ouviu 1.280 adolescentes americanos entre 13 e 26 anos.

 

Entre os jovens de 20 a 26 anos, o fenômeno é ainda mais comum: um terço dos entrevistados declarou já ter praticado o sexting.

 

As histórias nem sempre têm desfecho inocente – a brincadeira que costuma oscilar entre a travessura e a pornografia está virando um problema para pais e os próprios adolescentes.

 

No Brasil ainda não há dados sobre a extensão do fenômeno, mas já existem vídeos que se tornaram sucesso de público.

 

Um deles foi colocado na internet com um link que pode ser acessado pela comunidade da torcida do Flamengo no site de relacionamentos Orkut.

 

Brincadeiras de mau gosto desse tipo fazem parte de outro fenômeno – o espírito vingativo de ex-namorados que passam a divulgar imagens da intimidade do antigo parceiro como forma de manchar sua reputação.

 

A prática da vingança digital teve início quando um ex de Paris Hilton colocou na internet o vídeo em que os dois fazem sexo.

 

Paris Hilton só ficou mais famosa depois do episódio, mas nem sempre o final da história é tão simples.

 

Em julho do ano passado, uma adolescente americana se suicidou depois de um escândalo de sexting.

 

Jessica Logan, então com 18 anos, queria presentear o namorado.

 

Fotografou-se sem roupa e enviou pelo celular as imagens para o garoto.

 

Quando o relacionamento de dois meses terminou, o jovem não hesitou em compartilhar as imagens da ex-namorada, uma líder de torcida loira, extrovertida e atraente, com os amigos de seu colégio, na cidade de Cincinnati.

 

Em pouco tempo, a foto de Jessica percorreu sete colégios.

 

A garota não aguentou as provocações.

 

Chamada de “piranha” e “vagabunda”, entrou em depressão e começou a faltar às aulas.

 

Até que se enforcou.

 

Hoje, seus pais lutam por uma legislação específica para julgar os desdobramentos do sexting.

 

“É uma epidemia nacional.

 

Ninguém está fazendo nada – nem as escolas, nem a polícia, nem os adultos, nem os advogados, ninguém”, disse Cynthia Logan, mãe de Jessica, às vésperas do lançamento de uma campanha nacional nos Estados Unidos que pretende conscientizar escolas e alunos sobre o problema.

 

Quatro Estados americanos já classificam o sexting como crime de pornografia infantil ou exploração sexual de menores.

 

Em fevereiro, 17 adolescentes americanos que praticaram o sexting foram acusados pelo crime de pornografia infantil – embora as imagens divulgadas fossem deles mesmos.

 

Na semana passada, um juiz federal da Pensilvânia, EUA, suspendeu o andamento de um processo que acusa três garotas de pornografia infantil.

 

As meninas aparecem nuas em fotos que estavam em seus telefones celulares, apreendidos por funcionários de uma escola de Wyoming County, na Pensilvânia.

 

No Brasil, o adolescente que virou refém de suas próprias fotos ou vídeos ainda encontra dificuldade para ver o culpado punido.

 

“Eu queria que meu ex-namorado pagasse pelo que fez porque não consigo mais emprego depois que toda a cidade viu minhas fotos”, diz Tayla Predalla, uma estudante de biologia de 20 anos de Penápolis, cidade de 56 mil habitantes, no interior de São Paulo.

 

Tayla tinha 17 anos e cursava o ensino médio quando seu então namorado a fotografou enquanto faziam sexo.

 

O namoro terminou em chantagem, e o garoto enviou as imagens para todos os nomes de sua lista de e-mail.

 

Três anos depois, em setembro do ano passado, Tayla e o ex foram convocados para depor.

 

Não houve punição.

 

 


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